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Reportagem do Fantastico - Rede Globo de TV


 

 
   
 
Educação: vergonha nacional

06/07/2003

A pesquisa foi feita pela Unesco e pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Foram testados estudantes de 41 países, na faixa de 15 anos, de escolas públicas e particulares.

No teste de leitura, os brasileiros ficaram em 37º lugar. Piores, só os da Macedônia, Indonésia, Albânia e do Peru. Nas provas de ciência e matemática, o resultado foi ainda mais desastroso para o ensino brasileiro: 40º lugar, na frente apenas do Peru.

No outro extremo, tiveram melhor desempenho: Finlândia, Canadá, Nova Zelândia, Austrália, Irlanda, Hong Kong e Coréia do Sul. O Brasil é um dos países que menos gastam por aluno do início da educação até os 15 anos: só R$ 30 mil. Como comparação, a Coréia do Sul gasta o triplo com seus estudantes.

"Como brasileiro é uma vergonha, como ministro é uma grande preocupação. Se quisermos mudar isso, temos que começar já a mudar e não vai ser de repente. Pode levar 15, 20 e até 30 anos", diz o ministro da Educação Cristovam Buarque.

O que acontece com um jovem que lê, mas não compreende o sentido da leitura? Quais as conseqüências disso no dia-a-dia deste jovem?

"Não sabendo compreender bem o texto, você não tem o acesso a texto de provas, você não interpreta corretamente os seus enunciados. Ao ler um livro didático é problemático também, porque aquelas informações não são aprendidas da maneira como deveriam ser. Às vezes, até mesmo uma ida à livraria faz diferença. Chegar na livraria, olhar os livros, comentar com os filhos são atitudes que despertam no jovem o interesse pela leitura", explica o educador João Guilherme Quental.

O repórter Zeca Camargo foi à Finlância, o país apontado pela Unesco como o de melhor desempenho em leitura nas escolas. As crianças agora estão de férias na Finlândia. Mas Joska vem até a escola para treinar basquete. Ele diz que é bom vir e praticar com os amigos.

"Aqui, você aprende de um jeito diferente e divertido, nunca faz a mesma coisa. O professor pede para você inventar as coisas que você quer fazer", constata.

Os brasileiros e filhos de brasileiros que vivem na Finlândia não se surpreendem com a pesquisa.

"É uma educação bem diferente da do Brasil, porque eu estudei em escola publica, apesar que meu filho estuda em escola publica, mas a diferença é muito grande", garante o técnico de futebol Getúlio Fredo.

Fora do Brasil há 18 anos, Getúlio teve uma infância simples e espera que seus filhos não passem pelo mesmo sacrifício que ele para serem educados.

Mas o que será que existe na Finlândia que faz com que o ensino seja considerado o melhor do mundo? Quem sabe os alunos de uma escola pública em Turku, uma cidade com 200 mil habitantes, não sabem a resposta?

"Eu aprendo muita coisa de um jeito divertido - e brinco com os amigos", diz uma menina.

"Eu aprendo tudo de uma maneira diferente...", constata outra menina.

Mas qual seria essa diferença? A professora Leena Maianeme aposta primeiro na formação dos professores, que ganham, em média, 1.500 euros - quase R$ 5 mil brutos. Ela também ressalta a importância da liberdade que esses professores têm de decidir como vão dar as aulas, acompanhando os interesses de cada aluno. Se um deles quer se dedicar a leitura, explica Leena, não precisa ficar sentado atrás de uma carteira. Faca do jeito que quiser - eles sabem que não precisam provar nada para os professores, mas para eles mesmos!

Manuel é irmão de Luana. Os dois têm um pai brasileiro, Marcos. Aos 13 anos, Manoel já fala finlandês, sueco, inglês e português em casa.

"Eles olham pra criança e vêem o que aquela criança precisa", explica Marcos Pinto, pai de Manuel.

Marcos mora na Finlândia há 15 anos. Casado com uma finlandesa, ele trabalha com teatro de marionetes. Já ganhou prêmios importantes e é bem conhecido em Turku - um lugar muito longe de Cuiabá, onde Marcos nasceu e estudou.

Em Cuiabá, a escola onde Marcos fez o primeiro colegial - a Liceu Cuiabano - é de ensino público e uma das mais concorridas do Mato Grosso. Mas onde ele estudou a oitava série, a Senador Azerado, tudo é muito diferente. Só existem três computadores. As máquinas ficam na secretaria. Os alunos nem chegam perto delas.

A leitura é pouco estimulada. Os livros do colégio ficam no chão, embaixo de uma prateleira. Na sala de aula, 32 alunos. Professores com salário médio de R$ 900. Improvisos para tapar o sol, carteiras rabiscadas, uma antiga reclamação.

"Falta um apoio do governo em dar mais incentivo aos alunos da escola, porque eles também têm o direito de estudar", diz o estudante César Macegoza, de 14 anos.

Na hora do intervalo tem merenda. Mas onde está o refeitório? Os alunos comem em pé, no pátio (foto). Em resumo, em matéria de educação, a distância entre o Brasil e a Finlândia é bem grande.

A Carol também quer ser alguém - e em seis línguas: português, finlandês, sueco, inglês, italiano e espanhol. Com exceção do português, que ela fala em casa, os outros idiomas ela aprende na escola. Ela tem 11 anos, e mora em Helsinque, capital da Finlândia há nove anos. E já estudou no Brasil também.

"A matemática de lá é mais difícil do que a daqui", afirma Caroline Kohanevic, de 11 anos.

O técnico Getúlio, acha que as coisas podem mudar. Se o finlandês aprende muito com o brasileiro no futebol, o Brasil não pode aprender algo com a Finlândia na escola?

"É verdade, isso tem como melhorar...", diz.


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Material escolhido pelo Prof. Dr. Elbio Jorge Caramielo

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